domingo, 18 de outubro de 2026

ENCONTRO ESPECIAL PARA MULHERES DO CLUB BRASIL

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O Club Brasil promoveu, nesta quinta-feira (15), um encontro especial dedicado às mulheres, na Casa MD, em Fortaleza. A iniciativa, realizada por meio do núcleo feminino Leoas Club, reuniu empresárias, empreendedoras e convidadas em uma programação voltada ao fortalecimento da autoestima, ao autocuidado e à superação dos desafios da vida pessoal e profissional.

A noite contou com três palestras que trouxeram diferentes perspectivas sobre o universo feminino. A dentista Camila Araújo abordou a autoestima e sua importância na maneira como as mulheres se percebem e se valorizam. Já Charlene Fernandes conduziu uma reflexão sobre superação e empreendedorismo, destacando a capacidade de transformar desafios em oportunidades de crescimento.

À frente do núcleo feminino do Club Brasil, Paula Hernandez também integrou a programação com a palestra “Quem cuida de todo mundo precisa aprender a cuidar de si: o poder de se escolher sem culpa”. A apresentação trouxe uma reflexão sobre a importância de estabelecer prioridades, reconhecer os próprios limites e compreender o autocuidado como parte essencial de uma vida equilibrada.

Para Bruno Santos, fundador do Club Brasil, a iniciativa reforça o compromisso da instituição em promover conexões que ultrapassam o ambiente empresarial. “Acreditamos que o desenvolvimento dos negócios também passa pelo fortalecimento das pessoas. Criar espaços onde mulheres possam compartilhar experiências, ampliar suas conexões e refletir sobre seus próprios desafios é uma forma de incentivar lideranças mais conscientes e relações mais significativas”, destaca.

Paula Hernandez ressalta a importância de iniciativas que valorizem a mulher em suas diferentes dimensões. “Cuidar de si não é egoísmo, é reconhecer que também merecemos a atenção e o acolhimento que oferecemos aos outros”, afirma.


 

CÂNCER DE MAMA PODE AFETAR FERTILIDADE E PLANEJAMENTO NA MATERNIDADE

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Tratamentos oncológicos podem comprometer a reserva ovariana; especialista explica por que mulheres em idade fértil devem receber orientação sobre preservação da fertilidade antes do início da terapia.

O Outubro Rosa é tradicionalmente marcado pelo alerta para prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. Mas, para mulheres que recebem o diagnóstico ainda em idade fértil, existe uma questão que também precisa entrar na conversa desde o início: os possíveis impactos do tratamento sobre a fertilidade.

Quimioterapia e algumas outras terapias utilizadas no combate ao câncer podem comprometer temporária ou permanentemente a função dos ovários, dependendo de fatores como idade da paciente, reserva ovariana, tipo de medicamento, dose e duração do tratamento. Por isso, quando existe desejo de maternidade futura, a avaliação da fertilidade deve acontecer, sempre que clinicamente possível, antes do início do tratamento oncológico.

Segundo o médico Evangelista Torquato, especialista em reprodução humana, falar sobre preservação da fertilidade não significa atrasar ou colocar o tratamento contra o câncer em segundo plano.

“O câncer é a prioridade absoluta. Mas, quando a condição clínica permite, a paciente precisa saber que existem possibilidades para preservar seu potencial reprodutivo. Muitas mulheres recebem o diagnóstico em uma fase da vida em que ainda desejam ter filhos e, no impacto daquele momento, essa questão pode nem ser lembrada”, explica Dr. Evangelista Torquato.

Entre as estratégias que podem ser avaliadas está o congelamento de óvulos ou de embriões antes do início de determinados tratamentos. A indicação, no entanto, é individualizada e deve considerar o quadro oncológico, o tempo disponível até o começo da terapia e as condições reprodutivas da paciente.

Outro ponto importante é que nem toda mulher submetida ao tratamento contra o câncer ficará infértil. O impacto varia de acordo com o tratamento realizado e as características de cada paciente. É justamente por isso que a orientação especializada antes da terapia pode ser decisiva.

“Não podemos prometer que toda paciente poderá preservar a fertilidade, nem que todo tratamento provocará infertilidade. O que precisamos garantir é informação. A mulher deve ter a oportunidade de entender os riscos e discutir as alternativas possíveis antes de iniciar o tratamento, quando houver tempo e indicação médica para isso”, reforça o especialista.

Para Dr. Evangelista Torquato, o Outubro Rosa também pode ampliar o debate sobre a vida da mulher depois do câncer.

“Quando falamos em diagnóstico precoce, estamos falando em aumentar as chances de tratamento e de futuro. Para uma mulher jovem, esse futuro pode incluir o desejo de ser mãe. A preservação da fertilidade precisa fazer parte dessa assistência integral, respeitando sempre a segurança oncológica da paciente”, conclui.

A orientação é que mulheres em idade reprodutiva diagnosticadas com câncer conversem com a equipe oncológica sobre possíveis impactos do tratamento na fertilidade. Quando houver indicação e segurança, o encaminhamento precoce para um especialista em reprodução humana permite avaliar as possibilidades antes do início da terapia.


 

20 HISTÓRIAS E UM NOVO COMEÇO APÓS O CÂNCER

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O sino tocou. Para quem estava do lado de fora, pode ter sido apenas mais um som. Para as famílias reunidas no Hospital Infantil Luís França, em Fortaleza, o toque carregava anos de espera, medo, esperança e, finalmente, alívio. A celebração marcou a conclusão de uma etapa que começou com diagnósticos difíceis e atravessou consultas, internações, cirurgias, quimioterapia e radioterapia. Ao todo, 20 crianças e adolescentes receberam o Certificado de Superação em Oncologia Pediátrica, durante o Ciclo da Superação.

Entre abraços, lágrimas e sorrisos, pacientes, familiares e profissionais da equipe de

Oncologia compartilharam histórias que ajudam a dimensionar o significado daquele

momento. Uma delas foi a de Ana Lívia Maciel, de 06 anos, e  Davi Rufino, de 14 anos, que agora ganham a possibilidade de olhar para a doença pelo retrovisor.

Os certificados de conclusão do tratamento entregues às crianças levam a assinatura de Luccas Augusto Adib, CEO da Hapvida. O gesto representa o reconhecimento da companhia às trajetórias de pacientes e familiares que enfrentaram o tratamento oncológico e chegaram a essa etapa, marcada pela celebração da conclusão de um importante ciclo de cuidado. “Nenhuma criança deveria precisar ser forte tão cedo. A infância deveria ser feita de brincadeiras, descobertas e sonhos, mas essas crianças e suas famílias precisaram enfrentar desafios que ninguém deveria viver. Cada certificado carrega a coragem de quem não desistiu, o amor de quem esteve ao lado e a esperança de voltar a fazer planos. Para mim, é uma emoção enorme fazer parte desse momento e saber que, por trás de cada história, existe uma vida inteira pela frente. É isso que dá sentido ao nosso trabalho”, ressalta Luccas.

De acordo com a gerente nacional de Experiência do Paciente da Hapvida e idealizadora do programa, Milena Lima, os certificados representam a alegria de celebrar a vida. “O câncer na infância, uma fase tão lúdica, afeta o bem-estar dessa criança que, muitas vezes, precisa trocar a brincadeira pelo tratamento. Por isso, festejar a cura é tão significativo pra todos nós”, destaca.

Entre medo e esperança

A história de Ana Lívia começou aos cinco anos, a mãe, Gilcirlene Maciel Almeida, 38 anos, percebeu que a barriga da filha permanecia inchada. A intuição de que algo não estava bem levou a família a uma sequência de consultas e exames.

O diagnóstico revelou nefroblastoma, com dois tumores. Vieram então um ano e seis meses de tratamento, incluindo cirurgias, quimioterapia, radioterapia e passagens pela UTI. Considerada paciente de alto risco, Ana Lívia atravessou cada etapa acompanhada pela mãe e por uma equipe que acabou se tornando parte da história familiar.

“Cada etapa nesse processo de um ano e seis meses foi um sim de Deus. É um diagnóstico difícil, com um tratamento que não é fácil para o paciente e para a carga emocional do acompanhante. Mas  nós vencemos e hoje sou grata a Deus por cuidar de mim e da minha filha”, conta Gilcirlene.

Entre o diagnóstico e o dia em que Ana Lívia tocou o sino que simboliza o fim do tratamento, foram internações, exames, cirurgias, medicações e incertezas. Nos dias mais pesados, a mãe descobriu que o cuidado também podia estar em um gesto simples. “Os dias são pesados e, no meio de tudo isso, há situações em que a gente só precisa de um abraço”, lembra. Ela destaca o acolhimento recebido da equipe, especialmente da médica Bruna Cunha de Alcântara, que acompanhou a filha durante o tratamento e, segundo Gilcirlene, ajudava a tornar mais suportáveis os momentos de maior tensão.

Agora, o certificado recebido por Ana Lívia representa justamente esse percurso: desde o momento de admissão no hospital até o dia de tocar o sino.

Aos 14 anos, Davi Rufino carrega a experiência de quem enfrentou o linfoma de Hodgkin ainda na pré-adolescência. Inicialmente, ele não apresentava sintomas e descobriu a doença quando a mãe notou um pequeno nódulo na perna que persistia havia alguns dias. Durante o Ciclo da Superação, compartilhou seu depoimento sobre a trajetória até a conclusão do tratamento, dando voz a uma experiência que envolve não apenas os desafios impostos pela doença, mas também a expectativa de retomar os planos e as atividades próprias da idade.

“É importante ficar sempre atento. Quando descobrimos, a doença estava na fase inicial, e isso ajudou muito no meu tratamento. Agradeço a Deus pelo livramento e aos meus pais pelo apoio em cada momento. Também sou muito grato a toda a equipe do Hospital Luís França por ter cuidado tão bem de mim. Para quem ainda está enfrentando essa batalha, peço que tenha fé e faço um apelo por mais solidariedade, mais amor e mais doações de sangue para tantas pessoas que precisam. Olhem para quem está no hospital, porque todos ali necessitam dessa força.”

Quando o cuidado também abraça

Segundo Benevides Silva, psicólogo da Hapvida, a cerimônia tem importância que ultrapassa o aspecto simbólico do certificado. “É um reconhecimento de toda a caminhada. Celebrar essa conquista ajuda a criança e a família a ressignificarem uma etapa tão desafiadora”, afirma.

O acolhimento durante o tratamento também ganha reforço de quatro patas. A pet terapeuta voluntária Luciana Atayde realiza um trabalho com cães que visitam o hospital e ajudam a levar leveza à rotina das crianças, proporcionando momentos de alegria em meio aos desafios da jornada oncológica. “O Luís França foi o primeiro hospital a acreditar nesse trabalho em Fortaleza. Ver como os cães levam alegria e ajudam a tornar o ambiente mais leve para as crianças é muito gratificante. Hoje, a pet terapia já chega a outros espaços da cidade, e é sempre emocionante acompanhar o alcance dessa iniciativa”, destaca Luciana.

A conclusão da quimioterapia não significa, necessariamente, o fim do acompanhamento. Cada paciente permanece sob monitoramento médico conforme sua necessidade. O certificado, entretanto, marca uma passagem: a saída de uma fase marcada pelo tratamento para uma rotina na qual novos planos podem ocupar o espaço antes tomado pela doença.

Uma estrutura preparada para a infância

As histórias celebradas no Luís França acontecem dentro de uma estrutura dedicada exclusivamente ao cuidado pediátrico. O hospital também funciona como centro de oncologia pediátrica, com equipe própria para acompanhar crianças em diferentes fases do tratamento contra o câncer.

São 249 médicos e 218 profissionais de enfermagem. O pronto-socorro pediátrico reúne 38 pontos de atendimento, entre sala de observação, sala de acolhimento e espaços destinados a cuidados intensivos. O tempo médio entre a chegada e a avaliação médica é de 20 minutos.

A unidade conta ainda com UTI pediátrica, tomografia computadorizada, posto de coleta e centro cirúrgico, responsável por 1.523 cirurgias no último trimestre completo. O Luís França também é referência em cirurgia cardíaca pediátrica para pacientes do Norte e Nordeste.

Para a diretora clínica do hospital, Joana Maciel, a assistência pediátrica precisa considerar tanto a dimensão clínica quanto a emocional. “Cuidar de uma criança exige técnica, mas também acolhimento. Cada etapa vencida é uma conquista compartilhada pela família e por toda a equipe”, afirma.

O Luís França é ainda o primeiro hospital pediátrico do Brasil a receber três estrelas no Global Hospital Rating, avaliação da Statista em parceria com a Newsweek, que considera critérios relacionados a qualidade, segurança, tecnologia e estrutura hospitalar.

Os certificados entregues carregam nomes, histórias e lembranças de uma caminhada que nenhuma delas deveria ter precisado fazer tão cedo. Para Ana Júlia, Ana Lívia e os outros 18 pacientes, o papel entregue pelas mãos da equipe representa o fim de uma etapa. Mas talvez seu significado mais bonito esteja justamente no que vem depois: a infância retomada, a família reunida e a liberdade para voltar a fazer planos que não começam nem terminam em uma sala de hospital.

Sobre o Grupo Hapvida

Com mais de 80 anos de experiência, o Grupo Hapvida é hoje o maior ecossistema de saúde da América Latina. A companhia possui mais de 75 mil colaboradores e atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado completo, com mais de 800 unidades espalhadas pelo Brasil, incluindo 84 hospitais, prontos atendimentos, clínicas médicas, centros de diagnóstico e coleta laboratorial além de espaços especificamente voltados ao cuidado preventivo e crônico.

Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.


 

XODÓ

 

Solange Almeida e Dizzon

DIZZON dá mais um passo em sua trajetória musical com o lançamento de “Xodó”, parceria com Solange Almeida que acaba de chegar nas plataformas digitais, acompanhada de um videoclipe que aposta em uma atmosfera praiana, solar e latina. A faixa marca o primeiro feat da carreira do artista e une sua identidade musical à força e à personalidade de uma das vozes mais marcantes do forró brasileiro.

A colaboração carrega uma história que começou há mais de 20 anos, quando DIZZON, ainda criança no interior do Tocantins, pediu à irmã mais velha o primeiro DVD gravado do Aviões do Forró como presente de aniversário. Fã da banda, o artista cresceu ouvindo seus álbuns e acompanhando seus shows, tendo em Solange Almeida uma referência musical que atravessou diferentes fases de sua vida.

“Solange já faz parte da minha história, da minha vida. Cresci ouvindo todos os CDs e indo aos shows. Nunca imaginei que um dia poderia gravar uma música com ela”, conta o artista.

O caminho até a parceria ganhou novos contornos quando os dois se conheceram pessoalmente, por meio de amigos em comum, em Fortaleza. Inspirado pelo encontro, DIZZON decidiu transformar a admiração em composição. O artista conta que desde o começo a idéia era compor a partir de um história que dialogasse com a personalidade e a força feminina que reconhece na cantora.

“Quando cheguei em casa, depois de conhecê-la, pensei: 'preciso fazer uma música para Sol’. Queria criar algo que também trouxesse essa fala feminina, de uma mulher que conhece o próprio valor e defende os seus direitos. Pensei em uma história em que o homem não quer assumir o relacionamento publicamente, mas ela diz: ‘Peraí, você já está comigo há muito tempo. Acabou essa brincadeira. Eu sou mulher e você vai me assumir, sim’”, explica.

A confirmação de que Solange havia gostado da música veio quando o artista já estava morando em Salvador. A cantora não apenas aprovou a composição, como também abraçou a ideia de gravá-la. Durante o processo, ela sugeriu que a parceria ganhasse um videoclipe com clima de verão, ambientação praiana, balé e referências latinas, ampliando a proposta visual do lançamento.

“Foi muito especial ver tudo isso tomando forma. É a colaboração com que sonhei a minha vida inteira e hoje sou o cantor mais feliz do mundo por ter meu primeiro feat justamente com uma cantora que admiro e amo há mais de 20 anos”, celebra DIZZON.

Assista “Xodó”: https://www.youtube.com/watch?v=3ME1-LsXISc

Sobre DIZZON

DIZZON é cantor, compositor e publicitário nascido no interior do estado do Tocantins. Iniciou sua carreira musical no Distrito Federal, mas foi ao se mudar para Fortaleza/CE que o Forró Latino tomou rumo. Ele acumula milhões de números orgânicos e fãs chamados de “Dizzonzeiros” por todo o Brasil. Sua faixa “Diga Adeus”, lançada em 2024, possui mais de 2 milhões de reproduções nas plataformas digitais.

Seu primeiro álbum, lançado de forma independente, chamado “Revelação Latina” conta com 9 faixas autorais, sendo a temática “latina” a principal referência. Seus lançamentos transitam do Pop Rock ao Forró, da Cúmbia ao Piseiro! Seus mais recentes sucessos, “Buriti”, “Lambadão!” e "Karina”, têm chamado atenção nas redes por trazer um universo novo ao mercado musical.  


LÍDERES SÃO OS QUE MAIS QUEREM APRENDER SOBRE A IA

Eduardo Gomes de Matos

A inteligência artificial já faz parte da rotina de muitas empresas. E quem mais busca aprender sobre a tecnologia não são os profissionais mais jovens. Uma pesquisa divulgada pela Exame mostra que 49% das lideranças priorizam o aprendizado em inteligência artificial. Entre os profissionais em início de carreira, o índice é de 23%.

Para Eduardo Gomes de Matos, fundador da Gomes de Matos Consultoria e organizador do Fórum Novo Mercado, o resultado faz sentido. Quanto maior a responsabilidade de um profissional, mais decisões ele precisa tomar. E é justamente nesse trabalho que a inteligência artificial pode ajudar. “Quanto mais alto o cargo, mais decisões passam pela sua mão. E é justamente na decisão, na estrutura e na responsabilidade que a IA está mexendo primeiro”, afirma.

Eduardo usa inteligência artificial diariamente no trabalho. A ferramenta já faz parte de atividades como análise de dados e organização de ideias. “Experiência sozinha não segura mais a cadeira. Eu tenho 31 anos de experiência e uso IA todos os dias no meu trabalho. Se eu estou aprendendo, imagina quem está começando”, diz.

Para o especialista, o maior ganho está na combinação entre experiência e tecnologia. O profissional que conhece o negócio e também sabe usar as novas ferramentas pode tomar decisões com mais rapidez. “A vantagem não está em ser jovem nem em ser experiente. Está em juntar as duas coisas: a bagagem que só o tempo dá com a ferramenta que acabou de chegar”, afirma.

A inteligência artificial também pode reduzir o tempo gasto em tarefas que antes exigiam dias ou semanas de trabalho. Isso permite que o líder se concentre mais nas decisões e nos problemas que dependem de sua experiência. “A IA acelerou decisões que antes levavam semanas. Ela não tira a responsabilidade do líder, mas ajuda a chegar mais rápido às informações e às possibilidades”, explica Eduardo.

Por isso, aprender a usar inteligência artificial deixou de ser apenas uma forma de acompanhar uma nova tecnologia. Para quem ocupa posições de liderança, pode ser uma necessidade. “O CEO não pode errar. Ele precisa decidir rápido, decidir bem e assumir a responsabilidade por cada escolha. IA não é luxo para o CEO. É uma ferramenta de sobrevivência”, afirma.

Para Eduardo, as empresas precisam preparar seus líderes para essa mudança, e não apenas os profissionais mais jovens. “O iniciante pode esperar. O CEO não tem esse luxo”, diz. À frente do Fórum Novo Mercado, ele acompanha as mudanças que afetam a gestão e os negócios e deixa uma pergunta para as empresas: “Sua empresa está preparando os líderes para usar IA ou só os estagiários?”.


 

MANHABA'U: ONDE TOCA O INVISÍVEL

Gustavo Caboco

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, 28 de outubro de 2026 a 14 de fevereiro de 2027, a exposição “Manhaba’u: onde toca o invisível?”, primeira mostra individual do artista e curador Gustavo Caboco no Ceará. Por meio de pinturas, bordados, objetos, instalações e videoinstalações, ele parte da relação com o algodão para abordar a memória Wapichana, povo indígena que habita o interflúvio dos rios Branco e Rupununi, na fronteira entre o Brasil e a Guiana.

 O evento de abertura será realizado na terça-feira (27), às 19h. A exposição ocupará a Galeria Penhor do espaço cultural.

 Fios e costuras atravessam obras e convidam o público a perceber histórias, vínculos com a terra e formas de conhecimento frequentemente apagadas. Após uma temporada em São Paulo, em 2024, a mostra chega à capital cearense em uma nova etapa de uma pesquisa que segue em movimento. A itinerância é uma iniciativa da Trevo Produções, em parceria com Gustavo Caboco e a produtora Ana Rocha.

O “invisível” da exposição não diz respeito apenas ao que não pode ser visto, mas ao que foi invisibilizado. Essa reflexão se relaciona ao que o artista chama de “coma colonial”: a naturalização das violências e dos legados do colonialismo. “Manhaba’u significa invisível na língua Wapichana.

Segundo Caboco, a exposição pensa o invisível a partir de seu lugar de origem, conectando os visitantes com linhas invisíveis que propõem ações de formação e fortalecimento da presença e relação dos povos indígenas com a Terra. A mostra é dedicada aos Dukuzyinhau, “a “nossa vovózada”, como o artista se refere àqueles que vieram antes e abriram caminhos para o presente.

A programação complementar inclui visita guiada com Gustavo Caboco, bate-papo com artistas indígenas convidados e sessão de autógrafos dos livros da sua editora “Picada Livros”. Gustavo Caboco também conduz, ao lado de Lucilene Wapichana, sua mãe, a oficina de bordado “O fio fala”, que aborda o bordado como ferramenta para marcar e transmitir histórias da cultura Wapichana. Datas, horários e orientações para participação nas atividades serão divulgados no site da CAIXA Cultural Fortaleza.

Sobre Gustavo Caboco:

Artista, educador e integrante do povo Wapichana, do território indígena do Canauanim, em Roraima, Gustavo Caboco vive e trabalha em Cuiabá (MT). Atua nas artes visuais, no cinema e na literatura e é cogestor da Casa Vítuka, espaço de educação e resistência indígena. Sua produção aborda deslocamentos forçados, memória e valorização das culturas indígenas, incluindo pesquisas em acervos e arquivos museológicos.

Entre seus trabalhos estão as exposições individuais Roraimarte III, no Museu do Pontal, no Rio de Janeiro (2026), Manhaba’u: onde toca o invisível (2024) e Ouvir à Terra (2023), em São Paulo. Ele tem 12 livros publicados por sua editora, Picada Livros. Seu trabalho também se estende ao audiovisual por meio do selo Retorno à Maloca Filmes.

Serviço:

[Artes Visuais] Exposição “Manhaba’u: onde toca o invisível?”, de Gustavo Caboco

Local: CAIXA Cultural Fortaleza - Avenida Pessoa Anta, 287 - Praia de Iracema

Período: de 28 de outubro de 2026 a 14 de fevereiro de 2027

Programação complementar: visita guiada, bate-papo, lançamento de livro e oficina de bordado; datas e horários serão divulgados no site da CAIXA Cultural

Programação Gratuita

Informações: (85) 3453-2770 | Site CAIXA Cultural | @caixaculturalfortaleza

Patrocínio: CAIXA

Acesso para pessoas com deficiência


 

CHEGADA DO PAPAI NOEL E CARAVANA COCA-COLA NO IGUATEMI BOSQUE

Papai Noel

O Iguatemi Bosque inicia as comemorações natalinas de Fortaleza com a chegada oficial do Papai Noel no próximo dia 8 de novembro (domingo), a partir das 17h, na área externa próxima ao acesso da Zara. O público poderá vivenciar a magia da data em uma programação gratuita e aberta às famílias, que reúne personagens temáticos, o clássico sobrevoo de helicóptero sobre o empreendimento e a emocionante passagem da tradicional Caravana de Natal da Coca-Cola.

As atividades começam às 17h, com a recepção do público por personagens temáticos. Às 17h30, o Papai Noel fará o tradicional sobrevoo de helicóptero sobre o shopping. A chegada oficial ocorre às 18h, acompanhada pelos caminhões iluminados da Caravana de Natal da Coca-Cola.

O encerramento da programação no local será às 18h30, quando o bom velhinho parte no cortejo da caravana pelas ruas de Fortaleza. “A chegada do Papai Noel é um momento simbólico de união e alegria que transforma o shopping em um ponto de encontro familiar. Nosso objetivo é proporcionar uma experiência inesquecível para todas as idades, reforçando o espírito de celebração e solidariedade que o Natal desperta”, destaca Wellington Oliveira, superintendente do Iguatemi Bosque.

A partir do dia 9 de novembro, a decoração de Natal deste ano, com o tema “A Fantástica viagem de Natal”, estará aberta ao público com atrações gratuitas e interativas espalhadas pelo centro de compras.

SERVIÇO

Chegada do Papai Noel e Caravana Coca-Cola no Iguatemi Bosque

Data: 8 de novembro de 2026 (domingo)

Horário: A partir das 17h

Local: Área externa (Acesso Zara) - Shopping Iguatemi Bosque

Entrada: Gratuita

Programação:

17h: Abertura com presença de personagens natalinos

17h30: Sobrevoo do Papai Noel de helicóptero pelo Iguatemi Bosque

18h: Chegada oficial do Papai Noel na Caravana Coca-Cola

18h30: Saída do Papai Noel acompanhando o cortejo da Caravana Coca-Cola

Mais informações: www.iguatemibosque.com.br | @iguatemifortaleza


 

ENCONTRO ESPECIAL PARA MULHERES DO CLUB BRASIL

Foto divulgação O Club Brasil promoveu, nesta quinta-feira (15), um encontro especial dedicado às mulheres, na Casa MD, em Fortaleza. A inic...