sábado, 3 de outubro de 2026

PEDRO MATOS DEFENDE CANAL EXCLUSIVO PARA MOTORISTAS POR APLICATIVO NO CEARÁ

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Em encontro com representantes dos motoristas por aplicativo do Ceará, o candidato a deputado federal Pedro Matos (PL) recebeu as principais reivindicações da categoria, reunidas no documento “Ceará em Movimento”. Entre as propostas apresentadas estão a criação de um aplicativo local de transporte, a instalação de pontos de apoio para os motoristas na Capital e no interior e mais informações sobre as multas registradas por videomonitoramento.

Durante a reunião, Pedro Matos defendeu medidas para reduzir custos e facilitar o acesso dos motoristas aos serviços dos órgãos de trânsito.

“Fico muito feliz em receber esse planejamento com pautas tão importantes. Precisamos combater abusos em taxas e cobranças que sobrecarregam a categoria e garantir melhores condições de trabalho para esses profissionais, que dependem do transporte diário de passageiros”, destacou Pedro Matos.

Outro ponto discutido foi a organização dos locais de embarque e desembarque nas cidades. A categoria também defendeu a criação de um canal exclusivo de atendimento nos órgãos de trânsito. A medida evitaria deslocamentos desnecessários e ajudaria os motoristas a resolver pendências administrativas sem perder dias de trabalho.

“Não é justo comparar um cidadão comum a um profissional que circula diariamente e tem no veículo seu meio de subsistência. Sou defensor da criação de um canal de atendimento exclusivo para os motoristas por aplicativo. Eles precisam de agilidade e transparência para contestar autuações sem comprometer sua rotina de trabalho”, defendeu o deputado.

Pedro Matos afirmou ainda que vai buscar, junto às prefeituras e ao Governo do Ceará, medidas para atender às demandas apresentadas pela categoria. Segundo o parlamentar, a pauta estará entre as prioridades de seu mandato.


 

TECNOLOGIA DESENVOLVIDA NO CEARÁ IDENTIFICA FATORES COMO SOBRECARGA , ESGOTAMENTO, FALTA DE RECONHECIMENTO E PROBLEMAS DE GESTÃO NAS EMPRESAS

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Uma plataforma desenvolvida no Ceará quer ajudar empresas a identificar problemas que podem afetar a saúde mental dos trabalhadores antes que eles resultem em adoecimento, afastamentos e outros impactos. A Lucis Saúde foi criada para mapear riscos psicossociais no ambiente de trabalho e auxiliar organizações na adequação às novas exigências da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1).

A ferramenta chega em um momento de atenção crescente para o tema no Brasil. Dados preliminares da Previdência Social apontam a concessão de 546.254 benefícios por transtornos mentais e comportamentais em 2025, alta de 15,66% em relação ao ano anterior.

Desde 26 de maio de 2026, a nova redação do capítulo 1.5 da NR-1 passou a incluir os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Com isso, questões ligadas à organização do trabalho e capazes de afetar a saúde dos profissionais passaram a integrar as medidas de prevenção das empresas.

É nesse cenário que a Lucis Saúde atua. A plataforma coleta e analisa informações sobre quatro áreas: organização do trabalho, estilos de gestão, indicadores de sofrimento e danos relacionados ao trabalho. Entre os pontos observados estão ritmo de trabalho, demandas, comunicação, reconhecimento profissional, relações de confiança, esgotamento emocional e desmotivação.

Segundo Adriana Maria Gurgel Gomes, psicóloga e mestre em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), o objetivo é permitir que as empresas reconheçam os sinais de risco antes que eles se agravem.

“Quando falamos em riscos psicossociais, estamos olhando para situações presentes na própria organização do trabalho que podem afetar a saúde e o bem-estar das pessoas. Sobrecarga, relações conflituosas, falta de reconhecimento e modelos inadequados de gestão, quando persistentes, podem gerar impactos importantes”, explica.

A solução foi desenvolvida por uma equipe multidisciplinar formada por Ana Raquel Silva Rocha Suderio, mestre em Administração e doutoranda em Administração pela Universidade Estadual do Ceará (UECE); Adriana Maria Gurgel Gomes, psicóloga e mestre em Psicologia pela UFC; Laura Mendonça, especialista em Gestão Estratégica de Pessoas; Pedro Junior, especialista em benefícios e cuidados corporativos; e Luciano Lopes, CTO e desenvolvedor de software formado em Análise de Sistemas. Na etapa inicial do projeto, Sérgio Salomão foi o primeiro desenvolvedor do sistema e participou da construção da solução desde os primeiros passos.

O projeto recebeu apoio do Sebrae por meio do Catalisa ICT, programa que busca aproximar pesquisas acadêmicas do mercado e estimular negócios de base tecnológica. Na seleção, foram apresentadas 858 propostas, das quais 316 foram aprovadas.

A metodologia da plataforma tem como referência o Protocolo de Avaliação dos Riscos Psicossociais no Trabalho (PROART) e conceitos da Psicodinâmica do Trabalho. A partir dos dados coletados, a ferramenta gera inventário de riscos psicossociais, matriz de risco, relatório técnico, plano de ação e dashboards para acompanhamento dos indicadores.

A aplicação pode ser feita de forma digital e remota, com anonimato dos participantes e medidas de confidencialidade. A solução também foi estruturada considerando as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

A proposta, segundo os criadores, é fazer com que a saúde mental deixe de ser tratada apenas quando surgem problemas e passe a integrar de forma mais estruturada a gestão das organizações. Desenvolvida no Ceará, a Lucis Saúde reúne conhecimentos de psicologia, administração, gestão de pessoas, cuidados corporativos e tecnologia para transformar informações sobre o ambiente de trabalho em ações de prevenção.


 

DRA EDUARDA DIÓGENES FAZ SUCESSO NA ESPANHA

Dra. Eduarda Diógenes

Uma metodologia cearense de harmonização facial ganha espaço no cenário internacional. A Dra. Eduarda Diógenes ministra, em Madrid, na Espanha, uma aula de Full Face Avançado durante a imersão internacional do American Anatomy Institute. A formação traz o Diógenes Method®️, metodologia autoral da profissional, incorporado à grade oficial do curso.

A proposta apresentada na Espanha se distancia da ideia de que um tratamento Full Face significa necessariamente realizar diversos procedimentos ou aumentar a quantidade de produto utilizada. O método parte de uma leitura global do paciente para definir prioridades, limites e, inclusive, quais regiões não devem ser tratadas.

“Full Face não é preencher o rosto inteiro. É saber exatamente o que tratar, e, principalmente, o que não tratar. O resultado começa no diagnóstico e na capacidade de compreender o rosto como uma unidade, preservando aquilo que torna cada paciente único”, explica Dra. Eduarda Diógenes.

Durante a formação, a especialista aborda diagnóstico global, arquitetura facial, anatomia aplicada, ancoragem muscular, flacidez, hierarquia de tratamento e critérios para a utilização de recursos como ácido hialurônico, bioestimuladores, toxina botulínica, tecnologias e fios de tração. A metodologia também defende tratamentos progressivos, entendendo o Full Face como uma jornada individualizada e não como uma intervenção realizada em uma única sessão.

Outro eixo da formação é a naturalidade. O Diógenes Method®️ trabalha com limites anatômicos, estéticos, biológicos, de segurança e de expectativa, buscando evitar a padronização de rostos e o excesso de intervenções.

A abordagem apresentada em Madrid também reúne prática clínica e produção científica. Dra. Eduarda é primeira autora de uma revisão sistemática publicada em 2022 sobre o uso do ácido poli-L-láctico (Sculptra®️) para rejuvenescimento facial. Durante a imersão, casos clínicos reais são utilizados para demonstrar o raciocínio por trás das decisões terapêuticas, incluindo situações em que a escolha foi justamente não realizar determinado procedimento.

Para a especialista, levar uma metodologia desenvolvida a partir de sua experiência clínica para uma formação internacional representa também um movimento de valorização da produção profissional brasileira.

“Mais do que ensinar técnicas, quero mostrar uma forma de pensar o paciente. Não tratamos rostos para que pareçam tratados. Tratamos para preservar identidade, devolver harmonia e permitir que cada pessoa continue sendo reconhecida por aquilo que sempre foi”, destaca.

Além da etapa clínica, a programação contempla conteúdos relacionados à gestão, posicionamento profissional e construção de autoridade no mercado de harmonização orofacial, além de acompanhamento posterior para aplicação do método na rotina das participantes.


 

PEDRO MATOS DEFENDE CANAL EXCLUSIVO PARA MOTORISTAS POR APLICATIVO NO CEARÁ

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