O
crescimento da frota de veículos elétricos e híbridos no Brasil vem
impulsionando mudanças na infraestrutura de condomínios, residências e
estacionamentos, além de estimular adaptações no mercado de seguros. Com
tecnologias de recarga cada vez mais eficientes e seguras, a eletromobilidade
avança no país e amplia a necessidade de adequação de normas e processos.
Segundo
o diretor de Negócios da Camed Corretora de Seguros, Phillipe Brandão, a
evolução tecnológica dos veículos elétricos têm contribuído para aumentar a confiança
dos consumidores e do próprio setor segurador. “Os veículos elétricos vêm se
consolidando como uma alternativa cada vez mais segura, com sistemas de
carregamento mais modernos e confiáveis. Ao mesmo tempo, o mercado está
amadurecendo e se adaptando a essa nova realidade”, afirma.
Entre
as dúvidas mais comuns está o custo do seguro. De acordo com o executivo,
embora alguns modelos ainda possam apresentar valores superiores aos dos
veículos convencionais, a tendência é de maior equilíbrio à medida que o
mercado ganha escala. “As seguradoras estão ampliando sua experiência com esse
tipo de veículo e desenvolvendo produtos mais adequados às suas
características, o que contribui para tornar os seguros mais competitivos e
acessíveis”, explica.
Nos
condomínios, a instalação de pontos de recarga tem se tornado cada vez mais
frequente. Nesses casos, especialistas recomendam projetos executados por
profissionais qualificados e em conformidade com as normas técnicas vigentes,
garantindo o adequado dimensionamento da infraestrutura elétrica e a segurança
da operação.
Para
Phillipe Brandão, o avanço da eletromobilidade representa uma transformação
natural do mercado. “O foco continua sendo oferecer proteção adequada aos
clientes, acompanhando as mudanças de comportamento e de infraestrutura que
surgem com a mobilidade elétrica. Quando a instalação é realizada de forma
correta e seguindo as orientações técnicas, os veículos elétricos podem ser
incorporados à rotina de condomínios e residências com segurança e eficiência”,
conclui.

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