Com as
mudanças bruscas de clima, cresce a incidência de alergias respiratórias, como
rinite, sinusite e asma. Caracterizadas por sintomas como espirros, coriza,
congestão nasal e dificuldade para respirar, essas condições impactam
diretamente a qualidade de vida e podem se agravar quando não tratadas corretamente.
Entre
os principais gatilhos estão poeira, ácaros, mofo, poluição e pelos de animais.
A exposição contínua a esses agentes pode intensificar crises, especialmente em
pessoas mais sensíveis. Por isso, além de medidas preventivas, como manter
ambientes limpos e arejados, o acompanhamento médico é fundamental para
identificar a causa específica da alergia e definir o melhor tratamento.
Os
medicamentos antialérgicos podem ser classificados em diferentes tipos, de
acordo com sua forma de atuação no organismo. Os mais comuns são os
anti-histamínicos, que bloqueiam a ação da histamina e ajudam a aliviar
sintomas como espirros, coceira e coriza, podendo ser de primeira geração, que
causam mais sonolência, ou de segunda geração, com menos efeitos sedativos.
Também há os corticosteroides, que possuem ação anti-inflamatória e são
bastante utilizados em sprays nasais para controlar quadros de rinite; os
descongestionantes, que reduzem a obstrução nasal; os estabilizadores de
mastócitos, que atuam de forma preventiva ao inibir a liberação de substâncias
alérgicas; e os antagonistas de leucotrienos, indicados principalmente para
casos associados à asma.
Além
desses, a imunoterapia, conhecida como vacina para alergia, é uma alternativa
de tratamento a longo prazo, que busca diminuir a sensibilidade do organismo
aos agentes causadores da alergia.
No
entanto, o uso desses medicamentos deve ser feito com orientação profissional.
A automedicação pode mascarar sintomas, provocar efeitos colaterais e até
agravar o quadro. “Cada paciente possui necessidades específicas, e o
tratamento deve ser individualizado para garantir eficácia e segurança”,
destaca Maurício Filizola, farmacêutico presidente da Rede de Farmácias Santa
Branca e presidente da CDL de Fortaleza.
Maurício
explica que o controle das alergias respiratórias passa por uma combinação de
prevenção, diagnóstico precoce e uso consciente de medicamentos. “Buscar
orientação médica é o caminho mais seguro para evitar complicações e garantir
bem-estar, principalmente de crianças e idosos”, complementa.
Sobre
a rede de Farmácias Santa Branca
Fundada
em 1986, vivenciando o propósito de cuidar das pessoas, a rede de Farmácias
Santa Branca vem crescendo e tornando-se parte da vida dos cearenses. Está
presente em Fortaleza e região metropolitana, assim como no interior do Estado
do Ceará, somando 21 lojas, três franquias, seis farmácias independentes
associadas ao SB Conecta, uma distribuidora e um centro de distribuição. Conta
com mais de 200 colaboradores que atuam em oito municípios, oferecendo conforto
e bem-estar aos seus clientes. Os seus proprietários e representantes legais,
Laura Paiva e Maurício Filizola, que também são farmacêuticos, possuem a
sensibilidade de ter uma visão privilegiada do próprio negócio e dos avanços do
mercado como um todo.

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