Escolher
o revestimento certo para as áreas de lazer faz parte de um planejamento
necessário que aborda não só a estética, mas também a segurança de todos.
Diante de fluxos intensos de circulação e da exposição constante a condições
climáticas e produtos químicos, a escolha dos pisos e revestimentos para
ambientes como decks e bordas de piscinas passou a ser ainda mais criteriosa, e
torna a segurança e a durabilidade questões prioritárias para engenheiros e
arquitetos.
Em
projetos de uso coletivo, o principal desafio técnico está na escolha de
materiais que garantam proteção contra quedas sem abrir mão do conforto térmico
e da facilidade de higienização. Diferentes tipologias de mercado, como pedras
naturais, cimentícios e madeiras, disputam a preferência dos especificadores,
mas os avanços tecnológicos têm colocado os porcelanatos de alto desempenho no topo
das soluções mais eficientes para áreas molhadas externas e interiores de
piscinas.
De
acordo com Mariana Mota, alta gestão industrial da Cerbras, a especificação
correta do material deve considerar o ambiente em sua totalidade de uso. “Áreas
de lazer em condomínios exigem soluções voltadas para a intensa circulação de
pessoas. Em um ambiente coletivo o revestimento precisa performar sob estresse
mecânico diário, contato contínuo com o cloro da água e exposição solar
extrema, mantendo suas propriedades antiderrapantes e a integridade estrutural
por décadas”, explica.
No
universo dos revestimentos, cada estética/estamparia atende a uma demanda
específica de estilo. Os pisos cimentícios destacam-se pela versatilidade
estética, enquanto as pedras naturais conferem rusticidade. Contudo, para as
áreas de decks, interiores e bordas de piscinas coletivas, os porcelanatos
marmorizados e também os que possuem estética de pedra rústica têm sido
amplamente indicados devido à sua baixíssima porosidade (com taxa de absorção
de água inferior a 0,5%) o que impede a proliferação de fungos, bactérias e o
acúmulo de limo.
Outro
fator determinante para o sucesso do projeto é o coeficiente de atrito dinâmico
do material. Para áreas externas descobertas e rampas, as normas técnicas de
segurança exigem índices superiores a 0,4.
“A
tecnologia de impressão digital em alta definição permitiu que o porcelanato
passasse a reproduzir fielmente texturas naturais, como a madeira e pedras
nobres, agregando o valor estético desejado pelos arquitetos às propriedades
mecânicas imbatíveis do material. Conseguimos entregar um deck amadeirado, por
exemplo, que não exige o lixamento e a aplicação anual de vernizes que a
madeira natural demandaria, o que reduz o custo de manutenção do condomínio”,
ressalta Mariana.
A
sustentabilidade no processo fabril também se tornou critério de desempate em
compras corporativas para grandes obras. A escolha por indústrias que adotam
práticas de ecoeficiência, reuso de pó de granito na composição da massa do
porcelanato, reutilização de água e redução de emissão de gases reflete
diretamente na valorização do empreendimento final e no alinhamento com as
exigências globais de construção sustentável.
Sobre
a Cerbras
Com
mais de três décadas de atuação no mercado, a Cerbras é referência na produção
de pisos e revestimentos cerâmicos e porcelanatos de alta qualidade. Líder do
segmento no Norte e Nordeste, a indústria cearense destaca-se pelo investimento
contínuo em tecnologia, inovação e sustentabilidade, sendo pioneira no setor a
receber o Selo ESG-FIEC. Suas soluções atendem desde o mercado residencial até
grandes obras de infraestrutura e projetos institucionais de alta complexidade.

Nenhum comentário:
Postar um comentário