domingo, 28 de dezembro de 2025

NATAL SEM FOME CRED URNA

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Cred Urna promove campanha solidária ‘Natal sem Fome’ A ação será realizada, no dia 26 de dezembro, às 15h30, no estacionamento do Araripe Supermercados, tendo a Funerária Cred Urna, empresa da Rede Memorial, como apoiadora da ação, assim como a participação de outras empresas do bairro Bom Jardim.

Durante a ação, serão realizados sorteios de brinquedos infantis, cestas básicas e mobilia completa, além de um jantar para cerca de 500 pessoas. Mais do que uma ação social, a iniciativa destaca a presença da Cred Urna de forma humana e socialmente responsável, fortalecendo vínculos com a comunidade e promovendo solidariedade.

“Essa ação social reforça o compromisso da Cred Urna com a comunidade, levando cuidado, proximidade e alegria para todos. É uma forma de mostrar que nossa atuação vai além dos serviços, sendo também um gesto de responsabilidade social e empatia”, destaca a diretora de marketing da Cred Urna, Patrícia Meireles.

O sorteio acontecerá na avenida Oscar Araripe esquina com tenente Francisco Paiva no estacionamento do Araripe Supermercados.

Sobre a Rede Memorial Fortaleza:

Desde 1995,  iniciou suas atividades com a funerária Cred Urna. Inaugurou em 2001 o Cemitério Memorial Fortaleza. Em 2017, fundou o Instituto Revoar, cujo propósito é levar informação e promover a reflexão para melhoria da saúde emocional de uma forma gratuita e abrangente. Recentemente, criou o Memorial Fortaleza Pet.


 

JANEIRO BRANCO

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Falar sobre saúde mental é falar sobre a vida em movimento. Em diferentes fases da existência, somos convidados a revisar caminhos, repensar escolhas e buscar novos sentidos para aquilo que vivemos. Cuidar da mente, nesse contexto, não é apenas uma resposta a momentos de crise, mas um compromisso contínuo com o bem-estar e a qualidade de vida.

Muitas pessoas convivem, por longos períodos, com sinais de sofrimento emocional que passam despercebidos ou são minimizados. Cansaço constante, tristeza persistente, irritabilidade e dificuldade de concentração são manifestações comuns de uma saúde mental fragilizada. Reconhecer esses sinais é essencial para interromper ciclos de adoecimento e abrir espaço para o cuidado e a reconstrução.

Cuidar da saúde mental é um ato de amor-próprio e também de responsabilidade coletiva. Quando criamos ambientes mais acolhedores, incentivamos a escuta e validamos as emoções, contribuímos para que as pessoas se sintam seguras para buscar ajuda. A saúde emocional se constrói no cotidiano, nas relações familiares, no trabalho e na forma como lidamos com nossas limitações.

Ainda vivemos em uma cultura que valoriza o silêncio diante do sofrimento psíquico. Reconhecer a necessidade de apoio é um gesto de coragem. Promover o cuidado com a saúde mental é fortalecer uma sociedade mais empática.

Falar de saúde mental é falar de prevenção, presença e recomeços possíveis. Pequenas mudanças, sustentadas pelo cuidado, podem gerar grandes transformações.

 Sobre a Rede Memorial Fortaleza:

Desde 1995, iniciou suas atividades com a funerária Cred Urna. Em 2001, inaugurou o Cemitério Memorial Fortaleza. Em 2017, fundou o Instituto Revoar, que promove informação e reflexão sobre saúde emocional de forma gratuita. Recentemente, criou o Memorial Fortaleza Pet.


 

LUTO E AUSÊNCIA NAS CELEBRAÇÕES

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Dezembro é tradicionalmente associado a encontros, celebrações e rituais que reforçam vínculos afetivos. Natal, Ano-Novo e confraternizações costumam simbolizar união, esperança e renovação. No entanto, para muitas pessoas, esse período intensifica sentimentos de dor e saudade. A ausência de alguém querido à mesa, no abraço ou nas lembranças compartilhadas torna o luto ainda mais sensível e, muitas vezes, silencioso.

A psicanalista, Elaine de Tomy, destaca que datas comemorativas podem intensificar o sofrimento emocional de quem perdeu alguém querido. “O luto se torna mais evidente quando a ausência se repete em rituais que antes eram compartilhados. É comum que o enlutado sinta tristeza, culpa ou até isolamento durante as festas. Por isso, é fundamental validar esses sentimentos e compreender que não existe prazo para elaborar uma perda”, informa.

Em períodos como dezembro, quando a ausência se torna ainda mais presente, o Instituto Revoar reafirma a importância do cuidado contínuo, humano e sensível, criando espaços de escuta, respeito e memória. Ao reconhecer o luto como parte da experiência humana, o instituto contribui para que todos encontrem amparo, dignidade e conforto emocional, fortalecendo vínculos mesmo diante da perda. Para aqueles que estão em processo de luto, a primeira temporada do podcast do instituto está no ar. Confira: https://www.youtube.com/@institutorevoar4033/streams

Sobre a Rede Memorial Fortaleza:

Desde 1995,  iniciou suas atividades com a funerária Cred Urna. Inaugurou em 2001 o Cemitério Memorial Fortaleza. Em 2017, fundou o Instituto Revoar, cujo propósito é levar informação e promover a reflexão para melhoria da saúde emocional de uma forma gratuita e abrangente. Recentemente, criou o Memorial Fortaleza Pet.


 

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

PARCERIA ENTRE HELV E HEMOCE FORTALECE HEMORREDE CEARENSE COM CAMPANHA DE DOAÇÃO DE SANGUE NA UNIDADE

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O Hospital Estadual Leonardo Da Vinci (Helv), em Fortaleza, realizou, nesta segunda- feira (22), a terceira campanha de doação de sangue de 2025, em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce). A iniciativa reforça o apoio da unidade à rede estadual de saúde e o fortalecimento da hemorrede cearense.

Organizada pelo Serviço Social e pela Agência Transfusional do hospital, a ação integra um conjunto de oito campanhas promovidas desde dezembro de 2020. Nesta edição, foram cadastrados 167 candidatos, resultando na coleta de 128 bolsas de sangue e em quatro novos cadastros no banco de medula óssea.

Mobilização solidária

Ao longo do dia, trabalhadores, familiares e acompanhantes participaram da campanha, que tem como objetivo principal reforçar os estoques de sangue e hemocomponentes, essenciais para o atendimento de pacientes em todo o Ceará. Cada bolsa coletada, com cerca de 400 ml, pode beneficiar até quatro pessoas, ampliando o impacto da ação na assistência em saúde.

Um dado que chamou atenção da equipe foi o crescimento no número de doadores de primeira vez, que somaram 36 voluntários. Entre eles, está a técnica de enfermagem Maria Francirene Peixoto, de 24 anos, que contou ter conhecido a campanha por meio dos cartazes espalhados na unidade. “Decidi doar agora porque alcancei o peso ideal e vi muitos colegas do meu setor participando. Isso me motivou”, relata.

Compromisso com a vida

De acordo com a coordenadora de Enfermagem da Agência Transfusional do Helv, Fábia Souza, a campanha reafirma o papel do hospital como espaço de promoção da cidadania e da solidariedade. “A doação de sangue é um ato simples e rápido, mas com grande potencial de salvar vidas. Para os pacientes que dependem desse recurso, cada doador representa esperança”, destaca.

A coordenadora também ressalta a participação de doadores frequentes, como o auxiliar de laboratório Cristiano de Gonzaga Sousa, de 39 anos, que conta com 24 doações e participa regularmente das campanhas realizadas na unidade. “A partir da perda de um colega, eu vi como é importante doar sangue para salvar a vida das pessoas. É uma forma de ajudar e não faz falta nenhuma a quem doa”.

O engajamento contínuo contribui de forma significativa para a manutenção dos estoques de sangue. Para realizar a doação, é preciso estar saudável, bem alimentado, pesar acima de 50 kg, ter entre 16 e 69 anos e apresentar um documento oficial com foto. Pessoas menores de idade devem apresentar o termo de consentimento assinado por pais ou responsável legal.

Aviso Legal: As informações contidas neste e-mail são confidenciais e referem-se às atividades do INSTITUTO DE SAÚDE E GESTÃO HOSPITALAR - ISGH. Esta mensagem e seus anexos destinam-se exclusivamente ao(s) destinatário(s) acima mencionado(s), constituindo uma comunicação privilegiada, confidencial e sigilosa. Se você a recebeu por engano, por favor, exclua-a imediatamente e informe-nos o mais rápido possível. Você não deve copiá-la, utilizá-la, distribuí-la ou divulgá-la para qualquer finalidade, nem revelar seu conteúdo a qualquer outra pessoa. O INSTITUTO DE SAÚDE E GESTÃO HOSPITALAR - ISGH cumpre e respeita os termos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018) e enfatiza que o tratamento dos dados pessoais contidos nesta mensagem é realizado dentro dos parâmetros de segurança e privacidade estabelecidos por esta Lei. O uso desta mensagem e seus anexos e/ou sua divulgação são proibidos e sujeitos à responsabilização civil e criminal.


 

CRESCIMENTO DAS FINTECHS ACELERA E TRAZ FOCO REDOBRADO EM GOVERNANÇA

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A presença das fintechs no cotidiano dos brasileiros deixou de ser novidade para se tornar parte estrutural do sistema financeiro. O país vive um dos ambientes mais dinâmicos do mundo para soluções digitais, resultado da combinação entre tecnologia acessível, consumidores mais conectados e uma regulação que, nos últimos anos, estimulou a entrada de novos modelos de negócio.

Um exemplo do sucesso dessa fórmula é o caso da Somapay, que acumula mais de dez anos desenvolvendo soluções para pagamento de folha e crédito consignado responsável. Apenas em 2025, a companhia movimentou mais de R$ 30 bilhões de TPV, resultado que reforça a consolidação das operações do grupo.

A expansão do setor permitiu que empresas de tecnologia financeira reinventassem a experiência bancária, oferecendo serviços mais rápidos, menos burocráticos e capazes de alcançar públicos antes pouco atendidos, como trabalhadores informais, pequenas empresas e segmentos com alta rotatividade de mão de obra. O avanço, porém, trouxe também a necessidade de um novo equilíbrio entre expansão e segurança.

Regulação, compliance e robustez

O Banco Central iniciou recentemente um movimento de reforço regulatório, ampliando exigências de governança, prevenção a ilícitos e rastreabilidade das operações. A medida se concentra especialmente no uso indevido de contas bolsão - contas que concentram valores antes da distribuição, mas que podem comprometer o controle e a rastreabilidade quando mal utilizadas — e na atuação de instituições sem supervisão adequada.

Para Diogo Didini, diretor de expansão da Somapay, a adaptação do setor ao novo ambiente regulatório é um marco importante. “O mercado evoluiu rápido, e agora entra em uma fase que exige maturidade. As fintechs que priorizam governança, controles internos e integração transparente tendem a se destacar em um cenário cada vez mais rigoroso”, afirma.

Nesse contexto, ganham relevância empresas que já nasceram com foco em compliance e estrutura robusta. A Somapay atua hoje como Instituição Financeira SCD, com requisitos completos de auditoria, contabilidade regulatória e vinculação direta ao Banco Central, garantindo rastreabilidade total das movimentações.

A trajetória das fintechs no Brasil mostra que a inovação financeira só se sustenta quando caminha ao lado da responsabilidade, processos mais transparentes e impacto real na vida de empresas e trabalhadores. 


 

MULTIRÃO DE VAGAS CERBRAS

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A Cerbras, empresa referência no setor de cerâmicas e reconhecida com o selo Great Place To Work (GPTW) como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil e no Ceará, realizará um grande mutirão de contratação na próxima segunda-feira, dia 29 de dezembro.

O processo seletivo tem como foco o preenchimento de vagas para o cargo de Auxiliar de Produção com contratação imediata. A ação ocorrerá presencialmente na Uninassau Maracanaú, localizada na Av. Yolanda Pontes Vidal Queiroz, 101, a partir das 08h.

Para concorrer às vagas, os candidatos devem possuir ensino fundamental completo e disponibilidade para trabalhar em escala 2x2. A empresa busca profissionais com experiência prévia na indústria, logística ou em outras atividades operacionais.

É importante destacar que o candidato não pode ter participado de processos seletivos da Cerbras nos últimos 6 meses.

Além de integrar uma empresa premiada por seu ambiente de trabalho, os selecionados terão acesso a um pacote robusto de benefícios, que inclui:

Plano de saúde e odontológico;

Rota (transporte);

Vale-alimentação e refeição na empresa;

Incentivos educacionais;

Descontos em produtos Cerbras;

Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Os interessados devem comparecer ao local do mutirão levando currículo atualizado; certificado de escolaridade; documentos pessoais (RG, CPF, Carteira de Trabalho) para preenchimento da ficha e caneta (azul ou preta).

SERVIÇO

Mutirão de Vagas Cerbras – Auxiliar de Produção

Data: 29 de dezembro de 2025 (segunda-feira).

Horário: Às 08h.

Local: Uninassau Maracanaú (Av. Yolanda Pontes Vidal Queiroz, 101).


 

NOVO TOYOTA YARIS CROSS JÁ ESTÁ EM EXPOSIÇÃO NAS LOJAS NEWLAND

Novo Yaris Cross

A Newland Toyota deu início à apresentação do Toyota Yaris Cross em Fortaleza, marcando a chegada do novo SUV compacto da marca ao mercado cearense. O modelo amplia o portfólio da Toyota no segmento e antecipa tendências projetadas para o mercado automotivo em 2026, reunindo eficiência energética, tecnologia embarcada e proposta urbana.

A apresentação do Yaris Cross ocorre em etapas e em diferentes endereços da capital. A primeira fase segue até sábado (27), na concessionária localizada na Avenida Washington Soares, 1550, no bairro Engenheiro Luciano Cavalcante. Em seguida, o veículo entra em exposição na unidade da Avenida Vicente de Castro, 5301, no Cais do Porto, no período de 29 de dezembro até 3 de janeiro. Já na concessionária da Avenida Governador Parsifal Barroso, 401, no bairro Presidente Kennedy, a exposição acontece de 5 a 10 de janeiro.

Durante o período de apresentação, o Yaris Cross está disponível em pré-venda pelo valor de R$ 161.390,00. A Newland Toyota oferece condições comerciais específicas para os primeiros clientes, incluindo preço fixo de R$ 549 nas seis primeiras revisões, seguro com franquia gratuita e prioridade na entrega do veículo.

A iniciativa integra a estratégia da Newland Toyota, empresa do Grupo New, de conduzir lançamentos de forma planejada e próxima do consumidor, fortalecendo sua atuação no mercado automotivo cearense e ampliando o acesso do público às novidades da marca.

O Toyota Yaris Cross chega ao Brasil com duas opções de motorização. A primeira é o motor 1.5 flex aspirado, com transmissão CVT, desenvolvido para eficiência no uso urbano e rodoviário. A segunda é o conjunto híbrido flex (HEV), exclusivo do mercado nacional, que associa o motor a combustão a dois motores elétricos, com foco em economia de combustível, redução de emissões e condução mais suave.

Sobre o Grupo New

O Grupo New é um dos principais conglomerados automotivos do Brasil, com mais de 30 anos de atuação e uma rede de 39 concessionárias distribuídas estrategicamente pelos estados do Ceará, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Maranhão e Pará. Unindo tradição e inovação, o Grupo atende os mercados do Norte e Nordeste com forte presença tanto em capitais quanto em polos regionais de desenvolvimento.

Seu portfólio contempla marcas globais como Toyota, Mercedes-Benz, Porsche, Jeep, RAM, Lexus, Land Rover e GWM, com line-up desde comerciais leves, utilitários até os segmentos premium, alto luxo e eletrificação.


 

REVEILLON DA FAMÍLIA 2026 DE MARANGUAPE

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A Prefeitura de Maranguape promove, no dia 31 de dezembro, a partir das 20h, o Réveillon da Família 2026, na Praça da Liberdade. Gratuito e aberto ao público, o evento marca a chegada do novo ano com uma programação musical diversificada, planejada para atender públicos de todas as idades e consolidar o espaço como ponto de encontro da população.

A celebração contará com apresentações das bandas Nossa Trilha, Os Januários e 5.Chic, reunindo diferentes estilos musicais em uma noite de confraternização, lazer e convivência coletiva.

De acordo com o prefeito Átila Câmara, o Réveillon da Família reforça a política de valorização dos espaços públicos e de incentivo a eventos que promovem integração social. “Estamos organizando uma celebração que acolhe as famílias de Maranguape, em um ambiente seguro e preparado para receber a população. É uma forma de celebrar a chegada de 2026 fortalecendo os laços comunitários e renovando as expectativas para o novo ano”, afirma.

Integrando o calendário oficial de eventos do município, o Réveillon da Família 2026 também contribui para a dinamização da vida cultural da cidade, estimulando a ocupação qualificada dos espaços urbanos em uma das datas mais simbólicas do ano.

Serviço

Réveillon da Família 2026 - Maranguape

Data: 31 de dezembro

Horário: A partir das 20h

Local: Praça da Liberdade – Maranguape

Atrações: Nossa Trilha, Os Januários e 5.Chic

Gratuito


 

SAÚDE E BEM ESTAR

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Durante este ano, o cenário da saúde mental e do bem-estar passou por transformações significativas, impulsionada por mudanças sociais, avanço tecnológico e novas demandas delimitadas pela nova geração Z. Em 2026, as organizações públicas e privadas deverão focar em priorizar a NR1 no trabalho, pois a falta de adequação com a norma pode resultar em multas.

Apesar disso, pesquisa realizada pelo Panorama da Saúde Emocional do RH 2025, realizado pela empresa de benefícios Flash, apenas 5% dos 889 profissionais entrevistados afirmaram que suas empresas estão preparadas para atender os requisitos do Ministério do Trabalho.

Outro ponto de destaque para o próximo ano é a integração entre tecnologia e cuidado em saúde. Ferramentas digitais, atendimentos híbridos e uso de dados para monitoramento do bem-estar tendem a se expandir, exigindo atenção à ética, à proteção de informações sensíveis e à qualificação dos profissionais envolvidos. O desafio, segundo especialistas, será equilibrar inovação com humanização no atendimento.

De acordo com Fernanda Macedo, psicóloga e diretora da Life DH, o período exige uma abordagem mais estratégica e contínua. “A saúde e o bem-estar precisam ser tratados como pilares institucionais, e não como ações pontuais. O desafio para os próximos anos é transformar o cuidado em uma prática estruturada, que considere o indivíduo de forma integral”, afirma.


 

MUSIC FESTIVAL DE FÉRIAS

Garota Safada

O Chateau Julie Holding Group lança o Music Festival de Férias, um projeto cultural que nasce com o propósito de celebrar a música, fortalecer a identidade local e revelar novos talentos do Oeste Cearense.

O festival acontecerá nos dias 01, 02 e 03 de janeiro de 2026, no Heliporto CJ ONE Aviation – Love Lake, em Camocim.

A programação tem início no dia 31 de dezembro, com a Operação Réveillon, marcando a virada do ano com apresentações de Klei Almeida e Banda, Luana Sousa e Bete outras atrações, reunindo bandas e artistas de diferentes estilos em uma programação vibrante, que valoriza a diversidade musical, a produção autoral e a conexão entre artistas e público.

A abertura oficial do festival acontece no dia 01 de janeiro, com apresentações de bandas selecionadas pelo projeto e participação especial da Banda Garota Safada, que sobe ao palco às 23h, marcando o início do Music Festival de Férias. Ao longo da primeira noite, o público poderá acompanhar apresentações de bandas do festival antes e após o show principal.

No dia 02 de janeiro, a programação segue com apresentações de até 11 bandas participantes. Já no dia 03 de janeiro, o festival entra em sua reta final com apresentações de bandas selecionadas, participação especial dos cantores Luis Marcelo e Gabriel e a divulgação do resultado oficial do festival, encerrando três dias intensos de música e experiências.

“O Festival de Férias Chateau Julie é um verdadeiro universo de experiências. Além da música, teremos uma gastronomia que emociona e surpresas que ainda não posso revelar. Quem não acompanha a programação completa corre o risco de perder a banda que ama no nosso palco. Espero todos de 01 a 03 de janeiro, no Love Lake, em Camocim, no Heliporto CJ ONE Aviation, para viver essa experiência conosco”, destaca Julie Carroll, CEO do Chateau Julie Holding Group e idealizadora do evento.

Voltado a bandas e cantores maiores de 18 anos, residentes no Oeste Cearense, o festival contempla artistas que transitam por gêneros como MPB, Pop, Forró, Sertanejo e propostas autorais, oferecendo uma experiência profissional completa, com palco estruturado, sistema de som, iluminação, equipe técnica, camarim, apoio em produção e divulgação com tráfego pago. As apresentações terão duração de até 40 minutos, e os artistas selecionados contarão ainda com suporte logístico, incluindo transporte terrestre para participantes da região.

Mais do que apresentações musicais, o Music Festival de Férias se posiciona como uma plataforma de expressão artística, lazer e desenvolvimento cultural, incentivando a formação de novos talentos, o engajamento com o público e a movimentação do cenário musical regional. A avaliação final das bandas levará em conta critérios como público presente, voto artístico, avaliação técnica e engajamento nas redes sociais, resultando na premiação dos destaques do festival.

O Music Festival de Férias surge como uma vitrine real para quem deseja crescer, ganhar palco e se conectar com novas oportunidades profissionais. Para os artistas da região, o recado é direto: essa é a chance de transformar talento em projeção.

A condução dos quatro dias de evento ficará a cargo de Rylena, DJ, locutora e apresentadora oficial do festival, responsável por conectar o público à programação, anunciar as atrações e manter a dinâmica do palco ao longo de toda a programação.

Cronograma das Atrações

Festival de Férias Chateau Julie – Music Festival de Férias

Apresentação:

Rylena – DJ, locutora e apresentadora dos quatro dias de evento

DIA 31/12 – OPERAÇÃO RÉVEILLON

— Klei Almeida e Banda – 20h

— Pedro Júnior – 23h

— Luana Sousa – 01h

MUSIC FESTIVAL DE FÉRIAS

DIA 01/01

— 3 bandas do festival

— Garota Safada – 23h às 00h30

DIA 02/01

— 9 bandas do festival

DIA 03/01

— 6 bandas do festival

— Luis Marcelo e Gabriel

— Resultado do festival – Top 3

Serviço

Festival de Férias Chateau Julie – Music Festival de Férias

Programação: 31 de dezembro de 2025 a 03 de janeiro de 2026

Datas:

— 31/12: Operação Réveillon (virada do ano)

— 01 a 03/01/2026: Music Festival de Férias

Local: Heliporto CJ ONE Aviation – Love Lake, Camocim

Evento exclusivo para bandas e cantores do Oeste Cearense


 

CUIDADO E MANUTENÇÃO DE JÓIAS

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Peças em ouro, diamantes e gemas preciosas atravessam gerações, carregando valor afetivo, simbólico e patrimonial. No entanto, para que jóias mantenham seu brilho, beleza e integridade ao longo do tempo, cuidados específicos no uso, armazenamento e limpeza são fundamentais. Pequenos hábitos do dia a dia podem fazer toda a diferença na conservação dessas peças.

Segundo a designer de joias Sandra Pinheiro, à frente da Sandra Pinheiro Joias, o principal erro das pessoas é tratar joias como objetos indestrutíveis. “Mesmo sendo feitas com metais nobres e pedras preciosas, as joias são delicadas. Elas exigem atenção contínua para que não percam o brilho nem sofram danos estruturais”, explica.

O primeiro passo para preservar uma joia começa no momento do uso. Especialistas recomendam evitar o contato das peças com produtos químicos, como perfumes, cremes, álcool, maquiagem e produtos de limpeza. Essas substâncias podem provocar manchas, desgaste do metal e até alterar a aparência das gemas.

“Uma regra simples é colocar as jóias por último ao se arrumar e retirá-las primeiro ao chegar em casa”, orienta Sandra Pinheiro. “Atividades físicas, tarefas domésticas e até o banho devem ser feitos sem jóias, especialmente anéis e pulseiras, que sofrem maior impacto”, acrescenta.

Armazenamento correto evita riscos e deformações

Guardar joias de forma inadequada é outro fator que compromete sua durabilidade. O ideal é armazenar cada peça separadamente, em estojos ou saquinhos de tecido macio, evitando o atrito entre elas — principalmente no caso de diamantes, que podem riscar outras superfícies.

“Joias nunca devem ficar todas juntas em uma caixa comum. O atrito constante provoca micro arranhões e desgaste precoce”, alerta a designer. Ambientes úmidos também devem ser evitados, pois favorecem a oxidação de alguns metais.

Revisão periódica com especialista

Além da limpeza, a manutenção preventiva é indispensável. Garras, fechos e encaixes devem ser revisados regularmente para evitar perdas de pedras ou acidentes. A orientação é levar as jóias a um joalheiro de confiança ao menos uma vez por ano.

“Uma joia bem cuidada não é apenas bonita; ela mantém seu valor e sua história”, afirma Sandra. “Cada peça carrega memórias e sentimentos. Cuidar dela é também preservar essas histórias.”

Com atenção aos detalhes e orientação especializada, as joias podem manter seu brilho original por décadas — e continuar encantando diferentes gerações com a mesma intensidade do primeiro dia.

Saiba mais sobre Sandra Pinheiro

Sandra Pinheiro é designer de joias com mais de 20 anos de experiência, sendo uma referência no mercado de Fortaleza e São Paulo. Com foco em prata 980 e ouro 18k, ela se destaca pela criação de peças com design contemporâneo e apuro técnico. Seu trabalho é marcado pela combinação de materiais de alta qualidade e uma abordagem criativa, resultando em joias sofisticadas e exclusivas. O diferencial da Sandra é a combinação de pedras preciosas. Ao longo de sua carreira, Sandra construiu uma trajetória sólida, conquistando reconhecimento pela sua habilidade em criar peças que aliam elegância e inovação.


 

SOLIDARIEDADE NATALINA

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O espírito do Natal tomou conta da Areninha do S, em Messejana, no último sábado (20), durante a ação social idealizada por Rayssa Buq para as crianças da comunidade onde cresceu. O evento contou com a presença de mais de 450 famílias, proporcionando uma tarde especial de celebração e muita diversão.

A programação incluiu um show natalino encantador, com a participação do Mickey, Papai Noel, princesas e super-heróis, personagens que animaram o público infantil e transformaram o espaço em um verdadeiro cenário de fantasia. Além das apresentações, foram distribuídos lanchinhos preparados com carinho, frangos natalinos e caixas de chocolate, reforçando o cuidado e a atenção dedicados à criançada.

A iniciativa teve como propósito, devolver, por meio de gestos concretos, o afeto e a gratidão de Rayssa Buq pelo território que faz parte de sua história pessoal. A ação também reforça valores como solidariedade, empatia e responsabilidade social.

“Voltar para a comunidade onde cresci e poder proporcionar esse momento para as crianças é algo que toca profundamente o meu coração. Sou muito grata a Deus por me permitir viver esse dia e retribuir, com amor e cuidado, tudo o que um dia recebi aqui. O Natal nos lembra da esperança, da fé e da importância de espalhar o bem, e ver o sorriso de cada criança hoje é a maior recompensa que eu poderia receber”, destaca a influenciadora e empresária, Rayssa Buq.


 

PRODUÇÃO MOVELEIRA CRESCE 3,8% EM 2025

Vinicius Ferreira

A indústria brasileira de móveis iniciou 2025 em terreno positivo. Dados mais recentes da Abimóvel/IEMI mostram que a produção do setor cresceu 3,8%, em comparação com igual período do ano passado. O número mantém acesa a recuperação da cadeia moveleira, que vem ganhando impulso gradativo desde o fim da pandemia.

O dado chama atenção porque revela um comportamento específico do consumidor: a prioridade por investir na casa. Mesmo com um cenário econômico moderado, as famílias continuam destinando recursos para adaptar seus imóveis a novas rotinas de trabalho, convivência e lazer.

Esse movimento tem refletido diretamente no segmento de móveis planejados, que responde por soluções de maior valor agregado e vem se fortalecendo com a tendência dos espaços. Nas principais capitais, entre elas Fortaleza, cresce a procura por projetos funcionais, capazes de ampliar metragem útil e organizar ambientes que agora precisam cumprir múltiplas funções.

O CEO da Boa Vista Planejados Fortaleza, Vinícius Ferreira, acompanha de perto essa mudança de demanda.

“O consumidor está mais atento à usabilidade dos espaços. Ele procura funcionalidade e coerência com sua rotina. O planejado deixou de ser um item de luxo para se tornar uma ferramenta prática de organização e eficiência”, afirma.

A leitura do setor é de que a curva de crescimento pode se manter ao longo do ano, impulsionada pela combinação entre oferta de imóveis menores, profissionalização das empresas de design e maior disponibilidade de tecnologias de precisão no processo produtivo.

A cadeia moveleira segue movimentando empregos, estimulando pequenas indústrias regionais e puxando a demanda por insumos, ferragens e revestimentos, pilares que mantêm o setor relevante no contexto industrial brasileiro.


 

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO VIRA CHAVE PARA EMPRESAS QUE QUEREM CRESCER EM 2026

Bosco Nunes

Em um cenário de negócios cada vez mais instável e competitivo, o planejamento estratégico deixa de ser apenas um documento formal e passa a ser um instrumento essencial para resultados reais. A avaliação é de Bosco Nunes, CEO da AISIKI Customer Experience, que alerta: muitas empresas brasileiras ainda enxergam o planejamento como algo técnico, rígido e distante da rotina.

Segundo o especialista, esse é um dos principais motivos de fracasso nas organizações. “Planejar não é escrever metas; é assumir a responsabilidade pelo destino da empresa, mesmo em um cenário incerto. Um plano estratégico não é um documento fixo, mas uma bússola viva que orienta, adapta e desafia”, explica.

Bosco destaca que o processo começa por um diagnóstico profundo sobre a realidade da empresa, envolvendo perguntas essenciais: quem somos hoje, no que acreditamos e o que estamos deixando de ver? Sem essa clareza, afirma ele, o planejamento se torna apenas um registro, sem impacto no dia a dia.

Cultura organizacional e liderança também são apontadas como fatores decisivos. Quando as pessoas não sabem qual é seu papel e qual rumo seguir, a estratégia não avança. Para o CEO da AISIKI, o planejamento precisa deixar de ser um evento anual e se tornar parte da operação, com indicadores atualizados, rituais de acompanhamento e análises constantes.

Essa visão é reforçada pelo State of Strategy Report 2025, que mostra que:

 • 79% das empresas não possuem sistemas eficazes para acompanhar a estratégia;

 • 59% consideram a execução o maior desafio;

 • quase metade não revisa o plano com a frequência necessária.

Para Bosco, a consequência disso é clara: empresas que não unem planejamento, cultura e execução perdem velocidade, capacidade de inovação e oportunidades de crescimento.

Ele afirma que planejamento estratégico não deve ser confundido com excesso de controle ou listas de tarefas. “Planejar é abrir espaço para testar, aprender e crescer. Quando o plano integra tecnologia, comportamento interno e experiência do cliente, a empresa deixa de reagir e passa a antecipar.”

O especialista descreve esse processo como uma transformação real, uma mudança estrutural que exige liderança consciente, alinhamento interno e disciplina na execução.

Bosco conclui que, para 2026, o desafio das empresas será abandonar o plano como documento estático e adotar o planejamento como ferramenta ativa, capaz de construir propósito, performance e futuro.


 

REFORMA DO IMPOSTO DE RENDA

Davi Vasconcelos

A partir de janeiro de 2026, entra em vigor o novo regime do Imposto de Renda para contribuintes classificados como alta renda. A principal mudança é o limite anual de R$ 600 mil, referente à soma de todos os rendimentos do contribuinte, pró-labore, lucros distribuídos, salários, ganhos com investimentos e demais receitas. Quem ultrapassar esse teto será automaticamente enquadrado no novo regime e sujeito à tributação complementar, impactando diretamente empresários, executivos e investidores.

Outro ponto relevante é o limite mensal de R$ 50 mil em lucros distribuídos, que, embora não garanta isenção automática, torna-se parâmetro operacional para retenções e controle de recebimentos. Ao superar esse valor, o contribuinte pode sofrer retenções na fonte, e, ao fim do ano, terá a renda total consolidada para definição do enquadramento no regime de alta renda.

Para empresas e profissionais liberais que utilizam políticas de distribuição de lucros como principal mecanismo de remuneração, o cenário representa uma ruptura importante. A previsibilidade tributária se torna menor, o fluxo de caixa tende a ser afetado e será preciso rever modelos internos. Questões como pró-labore, contratos societários, reorganizações administrativas, gestão de capital e políticas de distribuição passam a exigir estudo aprofundado.

“A lógica deixa de ser apenas quanto distribuir e passa a ser como, quando e em qual estrutura distribuir. O que antes funcionava de forma simples agora precisará de mais rigor técnico e visão estratégica”, explica Davi Vasconcelos, diretor da Norral Contabilidade. Segundo ele, não se trata apenas de um ajuste tributário, mas de uma mudança de mentalidade. “Quem se antecipar ao novo regime conseguirá transformar complexidade em eficiência, reduzindo riscos e mantendo competitividade.”

Embora o regime imponha novas regras e maior controle, especialistas reforçam que a legislação não inviabiliza o planejamento tributário — apenas exige mais robustez documental, alinhamento entre contabilidade e gestão financeira e visão de longo prazo. Além disso, o novo ambiente pode favorecer estruturas mais sólidas, maior transparência e organização patrimonial.

Com a reforma, empresários precisarão aprofundar análises sobre a natureza dos rendimentos, revisar formatos societários e considerar alternativas para manter eficiência tributária. O desafio é grande, mas abre espaço para decisões mais maduras, assertivas e sustentáveis. Em um ambiente fiscal mais integrado e rigoroso, compreender profundamente as novas diretrizes pode ser o fator decisivo entre o aumento do risco ou a construção de maior previsibilidade financeira nos negócios.


 

REGULARIZAÇÃO JURÍDICA DE IGREJAS

Carolina Parente

O crescimento contínuo do número de igrejas, ministérios e associações religiosas em todo o país tem revelado um desafio que transcende o âmbito espiritual: o da regularização jurídica e da adoção de práticas institucionais transparentes. Especialistas em Direito e em organizações sem fins lucrativos alertam que uma parcela significativa dessas entidades ainda não cumpre requisitos legais elementares, o que pode gerar insegurança patrimonial, dificultar o acesso a benefícios fiscais e inviabilizar convênios com o poder público.

Pelo Código Civil Brasileiro, as entidades religiosas são classificadas como pessoas jurídicas de direito privado, em suas variações.Para tanto, exige-se estatuto social devidamente registrado, CNPJ ativo, diretoria formalmente instituída, escrituração contábil regular e mecanismos mínimos de governança e prestação de contas.

A advogada Dra. Carolina Parente, sócia da Parente Sociedade de Advogados e especialista em Direito Civil e Institucional, enfatiza que a regularização não se limita ao atendimento das normas estatais: envolve também a conformidade com os estatutos internos e, conforme o caso, com a legislação própria da tradição religiosa em questão.

“No caso da Igreja Católica, por exemplo, além da observância à legislação brasileira, é indispensável o respeito às normas do Direito Canônico, que regem a estrutura, a administração e o funcionamento de cada paróquia, instituto e entidade eclesial. A fé é um direito constitucional; a boa gestão, porém, é um dever legal e, em muitos casos, também um dever canônico”, destaca a advogada.

Segundo ela, muitas instituições surgem movidas por propósitos legítimos, mas, sem estrutura jurídica adequada, acabam expostas a riscos como bloqueios judiciais, perda de doações, impossibilidade de celebrar parcerias e até descumprimento das próprias regras internas, o que pode comprometer a validade de atos e decisões.

Além da formalização civil, é imprescindível manter livros contábeis, atas e registros atualizados, assegurar transparência no uso dos recursos e observar critérios de governança. A ausência desses controles pode comprometer inclusive o reconhecimento das imunidades tributárias previstas na Constituição Federal, que alcançam templos e atividades vinculadas à prática religiosa.

Dados de cartórios e conselhos de contabilidade apontam que muitas entidades ainda apresentam documentação incompleta ou cadastros desatualizados — um cenário que reforça a necessidade de orientação jurídica especializada e de uma cultura de conformidade tanto perante o Estado quanto no âmbito interno de cada comunidade de fé.

“A espiritualidade e a legalidade precisam caminhar juntas. Quando uma instituição religiosa se estrutura juridicamente — respeitando a lei civil e o seu próprio ordenamento interno —, ela protege seu patrimônio, fortalece sua credibilidade e assegura a continuidade de sua missão”, conclui a Dra. Carolina Parente.


 

STF LIMITA MULTAS TRIBUTÁRIAS

Herton Parente

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de fixar um teto de 60% para as multas isoladas aplicadas por erros em obrigações tributárias representa mais do que um ajuste técnico: é um passo importante em direção a um sistema fiscal mais justo e equilibrado. O tema, que pode parecer distante do dia a dia das empresas, tem reflexos diretos, especialmente para empreendedores e gestores que enfrentam a complexidade da burocracia tributária brasileira.

Na prática, a decisão impede que o valor da multa aplicada por um erro formal, como falhas em declarações ou na emissão de documentos, ultrapasse 60% do tributo devido. Até então, era comum que penalidades superassem até o próprio valor do imposto, mesmo quando não havia prejuízo ao erário. Esse cenário gerava distorções que afetavam principalmente micro e pequenas empresas, mais vulneráveis a erros contábeis e menos estruturadas para lidar com autuações de alto valor.

O Supremo também decidiu modular os efeitos da decisão, ou seja, ela não vale automaticamente para todos os casos passados, aplicando-se apenas aos processos ainda em curso. Mesmo assim, o precedente representa um avanço significativo na defesa dos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade das sanções fiscais, que deveriam nortear toda a administração pública.

Para o setor produtivo nordestino, a medida chega em boa hora. Em um ambiente de negócios em que a alta carga tributária já é um desafio, limitar o excesso punitivo pode representar alívio para quem busca crescer de forma regular e transparente. Além disso, a decisão incentiva as empresas a investirem em compliance tributário e governança fiscal, reforçando a ideia de que o foco deve ser a correção, e não o medo da punição desmedida.

Segundo o advogado Dr. Herton Parente, sócio da Parente Sociedade de Advogados e especialista em Direito Tributário, a decisão reforça a necessidade de equilíbrio entre arrecadação e justiça fiscal.

“O Estado precisa arrecadar, mas não pode se valer de penalidades desproporcionais para isso. O STF sinaliza que o contribuinte não deve ser punido de forma mais severa do que o próprio dano causado, especialmente quando não há dolo ou prejuízo ao erário. É um avanço civilizatório na relação entre fisco e sociedade”, afirma o Dr. Herton Parente.

Por outro lado, o Fisco precisará aprimorar seus critérios para diferenciar o erro acidental da fraude intencional. Penalidades moderadas não devem significar permissividade, mas sim justiça fiscal: punir de forma proporcional, educar o contribuinte e preservar o equilíbrio entre arrecadação e desenvolvimento econômico.

A decisão do STF simboliza, portanto, uma virada de chave na relação entre Estado e contribuinte. Ao reconhecer que o rigor sem medida não gera eficiência, mas insegurança, o Judiciário envia um recado claro: o Brasil precisa de um sistema tributário que cobre de forma firme, mas justa, e que entenda o empreendedor não como inimigo, e sim como parceiro no crescimento do país.


 

BIGDOOH DOA RESÍDUOS ELETRÔNICOS AO INSTITUTO ROBÓTICA SUSTENTÁVEL

Foto divulgação

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de fixar um teto de 60% para as multas isoladas aplicadas por erros em obrigações tributárias representa mais do que um ajuste técnico: é um passo importante em direção a um sistema fiscal mais justo e equilibrado. O tema, que pode parecer distante do dia a dia das empresas, tem reflexos diretos, especialmente para empreendedores e gestores que enfrentam a complexidade da burocracia tributária brasileira.

Na prática, a decisão impede que o valor da multa aplicada por um erro formal, como falhas em declarações ou na emissão de documentos, ultrapasse 60% do tributo devido. Até então, era comum que penalidades superassem até o próprio valor do imposto, mesmo quando não havia prejuízo ao erário. Esse cenário gerava distorções que afetavam principalmente micro e pequenas empresas, mais vulneráveis a erros contábeis e menos estruturadas para lidar com autuações de alto valor.

O Supremo também decidiu modular os efeitos da decisão, ou seja, ela não vale automaticamente para todos os casos passados, aplicando-se apenas aos processos ainda em curso. Mesmo assim, o precedente representa um avanço significativo na defesa dos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade das sanções fiscais, que deveriam nortear toda a administração pública.

Para o setor produtivo nordestino, a medida chega em boa hora. Em um ambiente de negócios em que a alta carga tributária já é um desafio, limitar o excesso punitivo pode representar alívio para quem busca crescer de forma regular e transparente. Além disso, a decisão incentiva as empresas a investirem em compliance tributário e governança fiscal, reforçando a ideia de que o foco deve ser a correção, e não o medo da punição desmedida.

Segundo o advogado Dr. Herton Parente, sócio da Parente Sociedade de Advogados e especialista em Direito Tributário, a decisão reforça a necessidade de equilíbrio entre arrecadação e justiça fiscal.

“O Estado precisa arrecadar, mas não pode se valer de penalidades desproporcionais para isso. O STF sinaliza que o contribuinte não deve ser punido de forma mais severa do que o próprio dano causado, especialmente quando não há dolo ou prejuízo ao erário. É um avanço civilizatório na relação entre fisco e sociedade”, afirma o Dr. Herton Parente.

Por outro lado, o Fisco precisará aprimorar seus critérios para diferenciar o erro acidental da fraude intencional. Penalidades moderadas não devem significar permissividade, mas sim justiça fiscal: punir de forma proporcional, educar o contribuinte e preservar o equilíbrio entre arrecadação e desenvolvimento econômico.

A decisão do STF simboliza, portanto, uma virada de chave na relação entre Estado e contribuinte. Ao reconhecer que o rigor sem medida não gera eficiência, mas insegurança, o Judiciário envia um recado claro: o Brasil precisa de um sistema tributário que cobre de forma firme, mas justa, e que entenda o empreendedor não como inimigo, e sim como parceiro no crescimento do país.


 

A BIGDOOH iniciou uma parceria com o Instituto Robótica Sustentável para doar resíduos eletrônicos de suas operações e fortalecer ações de reciclagem, educação tecnológica e impacto socioambiental no Ceará. A iniciativa conecta comunicação, sustentabilidade e inclusão produtiva ao destinar equipamentos como computadores, placas, monitores, cabos e periféricos para projetos educativos realizados com jovens de escolas públicas, ONGs e comunidades vulneráveis.

Fundado em 2022, o Instituto Robótica Sustentável já impactou mais de 10.500 jovens por meio de oficinas de robótica sustentável, cultura maker e programação, e destinou ambientalmente mais de 88 toneladas de lixo eletrônico, evitando que materiais altamente contaminantes fossem parar em aterros sanitários e lixões. No Brasil, o problema é urgente: o país é o quinto maior gerador de e-lixo do mundo, segundo a ONU, e grande parte desses equipamentos leva séculos para se decompor. Plásticos podem permanecer no ambiente por mais de 400 anos; vidros de monitores, por milhares; enquanto metais pesados como chumbo, mercúrio e cádmio contaminam solo e água por décadas.

Ao estruturar um fluxo contínuo de doação, a BIGDOOH contribui para reduzir esses impactos e fortalece a logística reversa no setor tecnológico. O reaproveitamento de peças, o recondicionamento de computadores e a reciclagem adequada diminuem a extração de novos recursos naturais e reduzem emissões de CO2. Estimativas internacionais apontam que apenas o recondicionamento de um único computador pode evitar até 250 kg de CO2. No Instituto, os equipamentos passam por triagem técnica e são desmontados, reaproveitados em protótipos e kits educativos ou destinados a recicladores homologados. Quando possível, dispositivos são renovados e entregues a escolas, bibliotecas e projetos sociais, ampliando o acesso à tecnologia e promovendo inclusão digital.

A parceria também reforça metas ESG e contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente ODS 4 (Educação de Qualidade), 8 (Trabalho Decente), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação Climática). Segundo Renan Carvalho, diretor de Planejamento da BIGDOOH, o movimento representa uma mudança concreta no ciclo da tecnologia. “Quando falamos em ESG, não estamos apenas olhando para o impacto da mídia, mas para o impacto da tecnologia como um todo. Destinar nossos resíduos eletrônicos ao Instituto Robótica Sustentável garante que cada equipamento tenha um novo propósito: educar, incluir e gerar impacto real. É unir responsabilidade ambiental com transformação social, e isso nos move como empresa”, destaca.

Para André Cardoso, CEO do Instituto Robótica Sustentável, a parceria fortalece a missão de ampliar oportunidades por meio da tecnologia. “Cada resíduo que chega ao Instituto deixa de ser um problema ambiental e se transforma em ferramenta de aprendizagem. A iniciativa da BIGDOOH mostra que empresas que pensam no futuro agem no presente. Juntos, conseguimos potencializar projetos que formam jovens, preservam o meio ambiente e constroem uma cultura de inovação sustentável”, afirma.

Com a parceria, a expectativa é ampliar o volume de resíduos coletados, fortalecer campanhas de educação ambiental, engajar novas empresas e potencializar projetos que transformam descarte em oportunidades. O movimento posiciona a BIGDOOH como referência em sustentabilidade no setor de mídia DOOH e reforça que inovação e responsabilidade socioambiental caminham lado a lado quando ações concretas são priorizadas.


 

A BIGDOOH iniciou uma parceria com o Instituto Robótica Sustentável para doar resíduos eletrônicos de suas operações e fortalecer ações de reciclagem, educação tecnológica e impacto socioambiental no Ceará. A iniciativa conecta comunicação, sustentabilidade e inclusão produtiva ao destinar equipamentos como computadores, placas, monitores, cabos e periféricos para projetos educativos realizados com jovens de escolas públicas, ONGs e comunidades vulneráveis.

Fundado em 2022, o Instituto Robótica Sustentável já impactou mais de 10.500 jovens por meio de oficinas de robótica sustentável, cultura maker e programação, e destinou ambientalmente mais de 88 toneladas de lixo eletrônico, evitando que materiais altamente contaminantes fossem parar em aterros sanitários e lixões. No Brasil, o problema é urgente: o país é o quinto maior gerador de e-lixo do mundo, segundo a ONU, e grande parte desses equipamentos leva séculos para se decompor. Plásticos podem permanecer no ambiente por mais de 400 anos; vidros de monitores, por milhares; enquanto metais pesados como chumbo, mercúrio e cádmio contaminam solo e água por décadas.

Ao estruturar um fluxo contínuo de doação, a BIGDOOH contribui para reduzir esses impactos e fortalece a logística reversa no setor tecnológico. O reaproveitamento de peças, o recondicionamento de computadores e a reciclagem adequada diminuem a extração de novos recursos naturais e reduzem emissões de CO2. Estimativas internacionais apontam que apenas o recondicionamento de um único computador pode evitar até 250 kg de CO2. No Instituto, os equipamentos passam por triagem técnica e são desmontados, reaproveitados em protótipos e kits educativos ou destinados a recicladores homologados. Quando possível, dispositivos são renovados e entregues a escolas, bibliotecas e projetos sociais, ampliando o acesso à tecnologia e promovendo inclusão digital.

A parceria também reforça metas ESG e contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente ODS 4 (Educação de Qualidade), 8 (Trabalho Decente), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação Climática). Segundo Renan Carvalho, diretor de Planejamento da BIGDOOH, o movimento representa uma mudança concreta no ciclo da tecnologia. “Quando falamos em ESG, não estamos apenas olhando para o impacto da mídia, mas para o impacto da tecnologia como um todo. Destinar nossos resíduos eletrônicos ao Instituto Robótica Sustentável garante que cada equipamento tenha um novo propósito: educar, incluir e gerar impacto real. É unir responsabilidade ambiental com transformação social, e isso nos move como empresa”, destaca.

Para André Cardoso, CEO do Instituto Robótica Sustentável, a parceria fortalece a missão de ampliar oportunidades por meio da tecnologia. “Cada resíduo que chega ao Instituto deixa de ser um problema ambiental e se transforma em ferramenta de aprendizagem. A iniciativa da BIGDOOH mostra que empresas que pensam no futuro agem no presente. Juntos, conseguimos potencializar projetos que formam jovens, preservam o meio ambiente e constroem uma cultura de inovação sustentável”, afirma.

Com a parceria, a expectativa é ampliar o volume de resíduos coletados, fortalecer campanhas de educação ambiental, engajar novas empresas e potencializar projetos que transformam descarte em oportunidades. O movimento posiciona a BIGDOOH como referência em sustentabilidade no setor de mídia DOOH e reforça que inovação e responsabilidade socioambiental caminham lado a lado quando ações concretas são priorizadas.


 

DIA D DE VACINAÇÃO CONTRA A DENGUE EM MARANGUAPE

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