Antes
de chegar ao grande público, o documentário “Meu Tricolor de Aço 3” terá uma
programação especial de exibições em primeira mão no Ceará. Ao longo do mês de
agosto, serão realizadas oito sessões, com a proposta de levar o novo capítulo
da história do Fortaleza Esporte Clube a diferentes públicos e territórios do
estado.
Até o
momento, cinco exibições estão confirmadas. A programação começa no dia 24 de
agosto, às 13h30, na Escola Quilombola Antônia Ramalho da Silva, em Horizonte.
No dia 25, às 15h30, será a vez da Escola Indígena Direito de Aprender do Povo
Anacé, em Caucaia.
No dia
26 de agosto, estão previstas duas sessões: às 12h, no Instituto de Cegos, em
Fortaleza, e às 18h, na EMTI Quilombola Raimundo Agostinho da Silva, em
Pacajus. Já no dia 27, às 14h30, o documentário será apresentado na Escola
Indígena Chuí, em Maracanaú. Outras três exibições integram a programação e
terão datas e locais confirmados posteriormente.
A
iniciativa busca ampliar o acesso à produção audiovisual e à memória do futebol
cearense, fazendo com que uma história profundamente ligada à identidade do
estado chegue também a comunidades e instituições que representam diferentes
realidades e territórios. O futebol, neste contexto, funciona como ponto de
encontro entre memória, pertencimento, inclusão e cultura popular.
“Meu
Tricolor de Aço 3” acompanha um dos períodos mais marcantes da história recente
do Fortaleza Esporte Clube a partir da perspectiva de seus gestores. O
documentário parte da saída da Série C, em 2017, e percorre a trajetória do
clube até o encerramento da temporada de 2024, revelando os bastidores de
decisões, estratégias e desafios que contribuíram para transformar o Fortaleza
em uma das principais forças do futebol brasileiro naquele período.
Por
meio de depoimentos de personagens que estiveram diretamente envolvidos nessa
caminhada, a produção revisita conquistas históricas, momentos decisivos e a
consolidação de um modelo de gestão que mudou o patamar do clube.
As
sessões especiais reforçam ainda a dimensão coletiva de uma história que
ultrapassa os resultados dentro de campo. Ao promover exibições em escolas
quilombolas e indígenas e em uma instituição voltada às pessoas com deficiência
visual, o projeto aproxima cinema e futebol de diferentes comunidades cearenses
e amplia os espaços de circulação da produção.
Serviço
Exibições
especiais de “Meu Tricolor de Aço 3”
24 de
agosto | 13h30
Escola
Quilombola Antônia Ramalho da Silva
Rua
Maria José Nogueira, 2255, Alto Alegre, Queimadas – Horizonte (CE)
25 de
agosto | 15h30
Escola
Indígena Direito de Aprender do Povo Anacé
Rua
Jatobá, s/n, Reserva Indígena Anacé, Alto do Garrote – Caucaia (CE)
26 de
agosto | 12h
Instituto
de Cegos
Rua
Padre Anchieta, 1.400, São Gerardo – Fortaleza (CE)
26 de
agosto | 18h
EMTI
Quilombola Raimundo Agostinho da Silva
Rua
Francisco das Chagas da Silva, 35 – Pacajus (CE)
27 de
agosto | 14h30
Escola
Indígena Chuí
Rua
Professor José Henrique da Silva, 5888, Olho D’Água – Maracanaú (CE)
Outras
três sessões terão datas e locais divulgados em breve.
Sobre
a Estação Luz Filmes
A
Estação Luz Filmes, produtora brasileira com sede no Ceará, realiza obras
cinematográficas de abrangência nacional e internacional ligadas à cultura da
paz e à espiritualidade. Ao longo de sua trajetória, entre produção, coprodução
e distribuição, estão longas-metragens como Meu Tricolor de Aço 1 e 2, Bezerra
de Menezes, Chico Xavier, As Mães de Chico Xavier, O Filme dos Espíritos, Causa
e Efeito, Divaldo, Nos Passos do Mestre, Blood Money 1 e 2, O Médico dos
Pobres, Área Q, O Sobrevivente, Paulo de Tarso, Doonby, Além da Fumaça e Bate
Coração.
Sobre
a Black Jack Filmes
A
Black Jack Filmes, produtora brasileira com sede no Ceará, realiza obras
cinematográficas de abrangência nacional e internacional. Ao longo de sua
trajetória, entre produção e coprodução
estão longas-metragens como Meu Tricolor de Aço 1 e 2, programas de tv aberta e fechada como Vamos
Descobrir e Singulares, além de curtas
como Scelus dentre outros.

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