Oferecer
bons salários já não é suficiente para reter talentos. É o que revela o novo
levantamento da Fortune, que analisou as 100 Melhores Empresas para Trabalhar e
constatou que elas apresentam metade da rotatividade em comparação com outras
do mesmo setor. O dado reforça uma tendência clara: investir em benefícios
corporativos e qualidade de vida impacta diretamente a permanência dos
colaboradores, e, por consequência, os resultados do negócio.
A
redução no turnover se repete em setores variados como manufatura e produção,
construção civil, tecnologia da informação, serviços financeiros e seguros, assistência
médica, serviços profissionais, hotelaria e varejo. O que essas empresas têm em
comum? Uma gestão de pessoas focada em saúde mental, bem-estar, reconhecimento
e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Segundo
Pedro Junior, CEO da CUIDARH, consultoria especializada em programas de
bem-estar corporativo, as empresas que colocam as pessoas no centro das
decisões saem na frente em todos os aspectos. “O mercado está mudando. As
pessoas querem ser vistas, cuidadas e valorizadas. Hoje, empresas que realmente
investem em qualidade de vida no ambiente de trabalho não só atraem os melhores
talentos, como também mantêm seus times por mais tempo, e com muito mais
produtividade. Cuidar de gente é cuidar dos resultados”, afirma Pedro.
De
acordo com o CEO da CUIDARH, programas de saúde emocional, escuta ativa, plano
de carreira bem estruturado e ações de reconhecimento estão entre os principais
diferenciais observados nas empresas com baixo índice de rotatividade. Além
disso, os colaboradores dessas organizações relatam maior sentimento de
pertencimento, engajamento e satisfação.
*Desafios
para empresas brasileiras*
No
Brasil, onde o índice médio de rotatividade gira em torno de 3,4% ao mês
(segundo o CAGED), adotar práticas de gestão mais humanas pode ser o
ponto-chave para reduzir custos com demissões, realocações e treinamentos, sem
mencionar o impacto positivo na cultura organizacional.
A
CUIDARH tem atuado com empresas de diversos segmentos para transformar o clima
interno e criar estratégias de retenção personalizadas. “Quando cuidamos das
pessoas com intenção e estratégia, elas cuidam do negócio com amor e
resultado”, finaliza Pedro Junior.
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